Owned


carona O que leva um funcionário de uma companhia privada usar a camisa da empresa com tão afinco? O que leva um simples empregado ficar revoltado pelo seu patrão não conseguir extrair mais valia do que já extrai das costas do pobre coitado?

Juro que não entendo certas coisas. Aliás, entendo sim, quem não entende é a pobre cabecinha alienada que estava dirigindo o ônibus que tomei na última sexta-feira para ir até a escola nova onde estava fazendo matrícula.

Aqui em Sampa City existe um sistema de bilhete de transporte que provavelmente já foi implantado em muitas outras cidades brasileiras onde permite você transitar em até 4 ônibus gastando apenas uma passagem dentro de duas horas, formalmente chamado de Bilhete Único.

Subi no ônibus belo e folgado e fiquei na frente dele sem atravessar a catraca para fazer isso somente quando eu chegasse no meu destino e assim ganhar mais tempo e quem sabe assim, se conseguisse cumprir meu compromisso rápido, voltar para casa usando da mesma passagem sem gastos adicionais.

Acontece que quando cheguei ao ponto final e fui atravessar a catraca, no que coloco a mão no bolso…

Kenzo: Cadê minha carteira!?!?

Pois é… Nem preciso dizer que comecei a ficar de tudo quanto é cor, verde, vermelho, azul… Voltei ao assento, olhei no chão… Procurei… Nada, desconfiei até de uma senhora sentada ao meu lado. Nessas horas você não pensa que é igual ao que o Direito que diz: “Que todos são inocentes até que se prove o contrário”. E sim: “Que todos são culpados até que se prove o contrário”.

Já não havia mais o que ser feito, então me dirijo ao cobrador:

Kenzo: Olha… Perdi minha carteira, não sei o que aconteceu.

Cobrador: Ah, vai falar com o motorista. (me encarando com olhar de morte)

Vou ao dito:

Kenzo: O cobrador me mandou falar com você… Olha, não sei o que aconteceu. Se fui roubado ou se a perdi… Estou sem minha carteira.

Motorista: Ah!? Ah não acredito, você veio de caronista então? Não vai pagar? (Já fazendo cara de puto da vida)

Kenzo: Não, eu realmente estou sem dinheiro, estava tudo na carteira.

Motorista: Meu, olha lá fora (apontando pra fora do ônibus), três… TRÊS caronistas e com você é o quarto, você acha isso bonito é? (falando com tom putérrimo quase enlouquecendo).

Kenzo: E você acha que eu posso fazer o quê? Não estou agindo de má fé, nem tão pouco subi nesse ônibus com essa intenção. E eu que terei que voltar a pé pra casa agora?

Então que ele finalmente abre a porta frontal para eu descer.

Juro que não entendo. Esses caras por acaso recebem alguma comissão por quantidade de passageiros transportados da SPTRANS? O energúmeno não sabia que dali do terminal eu precisaria de qualquer forma subir em outro ônibus e de qualquer jeito se não for depositado o dinheiro pelo carro que ele dirige, seria depositado eletrônicamente em outro? Para que esbravejar tanto se o maior prejudicado naquele momento era eu? O sistema receberia de qualquer jeito. Cara doido.

charles

Charles, ou Carlão. Motorista de ônibus e Imperador de Britannia nas horas vagas: “Ahhh?! Caronistaaa??? Não transporto Caroniistaaass!!!”

Andei pelo terminal desnorteado pela perda até topar com alguns seguranças do mesmo que me disseram para falar com um fiscal para anotar o número do ônibus do ocorrido. Claro que eu sabia isso tudo seria inútil, então depois de falar com o fiscal fui ao orelhão do terminal e liguei para casa, onde soube que minha perda na verdade estava em casa desde o início para alívio deste que vos escreve.

Meu brother teve a “gentileza” de atravessar um trânsito ferrenho da Anchieta para trazer a carteira para que eu pudesse prosseguir minha viagem e cumprir meu compromisso finalmente. Nessa brincadeira gastei pelo menos duas horas a mais do planejado para fazer isso.

Se algum motorista de ônibus de Sampa ler isso, nos dê uma luz do porque de tanta ignorância e adoração pela sua querida empresa que os exploram diariamente ou por favor, queiram ser enrabados por um nabo gigante. Grato!

Eu não morri!!! (ainda). Para não dizer que não ando postando nada, taí um textículo que estava jogado em um .txt há anos no meu hard disk, bem hilário por sinal:

 

Depilação (versão masculina)

Estava eu assistindo TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas “partes”. Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia: Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer “outras coisas” com eles.

Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam “outras coisas”. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu não tive mais como negar. Concordei. Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minha mente estava vagando pelas novas sensações que só acordei quando escutei o beep do microondas. Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de “dona da situação” que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se como residente. Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo. Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o aceso a zona do agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!! O Sr. Pinto já estava todo “pimpão” como quem diz: “sou o próximo da fila”!! Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as “outras coisas” que viriam.

Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viajem. Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Thailândia, na China ou pela Internet mesmo. Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUTA-QUE-O-PARIU quase falado letra por letra. Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado na cera.

Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos, e que precisava passar de novo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!! Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos. Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos só deixando a água escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo: faz merda atrás de merda. Peguei meu gel pós-barba com camomila “que acalma a pele”, enchi as mãos e passei nos ovos. Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei na privada, peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round. Olhei para meu pinto. Ele era tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia que eu tinha saído de uma piscina 5 graus abaixo de zero…

Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou o que estava acontecendo. Aquela voz antes aveludada ficou igual um carrasco me mandando entregar o presidente da revolução. Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentando que os pelos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer. “Pela espessura da pele do meu saco, meus netos irão nascer sem pelos nos ovos”, respondi. Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada!!

Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim seria somente para perpetuar a espécie humana.

No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados. Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo. Entrei na minha seção andando igual um cowboy cagado. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície. Resultado, certas coisas devem ser feitas somente pelas mulheres.

Não adianta tentar misturar os universos masculinos e femininos.

Não tenho a “versão feminina”, mas só essa já valeu pelas risadas.

Caros,

Ontem, quarta-feira, combinei de ir passear no Horto Florestal aqui na zona norte de Sampa City com minha querida Bruna. Estávamos contando com um belo sol como fora na terça e certo nível de privacidade.

Não sou fã de parques, ia bastante ao Ibirapuera apenas para exercícios e nunca a passeio, mas para namoros eles ainda servem. Fui eu belo e folgado de camiseta e bermudão contando que mesmo com tempo nublado o tempo iria se abrir depois como foi anteriormente.

Ledo engano, a temperatura estava até mais amena a princípio, mas depois de um tempo que adentramos o parque a sensação térmica real da região da Serra da Cantareira de Inverno começa a aparecer. Nem preciso dizer que comecei a tremer e bater o queixo.

Aqui ficam fixas duas coisas que odeio:

1- Frio

2- Inverno

Horto Florestal

Quem dera se estivesse assim.

Outono brasileiro como é tropical ainda é perdoável, praticamente ¾ do tempo é termicalmente suportável, mas realmente para sair em dia de frio pra mim tem que valer muito a pena ou por obrigação mesmo. E no caso estava valendo pela companhia.

O segundo item que contávamos foi meio por água abaixo também, como já estamos em período de férias e até que o parque estava razoavelmente movimentado. Pelo menos mais do que queríamos.

Molecadas, excursões, jogadores e passantes. Desejei profundamente que todos morressem de cancro anal como sempre desejo a todo excesso de contingente que existe nessa grande bodega de metrópole.

E no fim, hoje quinta-feira, o que parecia que não poderia ficar melhor, ficou. E não é que me abre um filho da puta e belo sol lindo de morrer?

São Pedro, se você existe mesmo, muito obrigado por ter quase conseguido arruinar minha quarta-feira. Queira cair direto no inferno e seja torturado por Satã pela eternidade. Grato!

Voltamos! Ok, ninguém sentiu falta alguma.

Caros,

dinheiro_materia As bruxas estão soltas, e ao dizer bruxas estou me referindo a pessoas que agem de má fé.

E não é depois de ter recebido uma moeda de 1 real falsa e desejando que eu tivesse dado uma nota de 50 para compensar um ato errado, nesse sábado eu acabo recebendo uma?

Sim, um cinqüentão que não vale seu papel impresso. Aliás, vale, pois conseguiu até me enganar.

Uma vez me ensinaram que um método rápido para identificar notas falsas de verdadeiras era apenas você passar o dedão bem no meio da cédula, ali do lado do rosto da pequena dama de coroa de folhas, onde você sentirá as estrias em relevo do impresso da cédula.

Ótimo, sempre usei e sempre consegui sentir a tal estria. Quando lidando em comércio que você precisa agir rápido em pegar o dinheiro e passar o troco antes que o cidadão mude de idéia, achava essa maneira excelente para fazer um check.

Ok. Era excelente, não mais. Um cidadão conseguiu passar uma cédula, e ao pegá-la a primeira coisa que fiz foi deslizar meu dedão nas tais estrias e eu realmente senti o relevo. Coloquei a cédula no bolso e passei o troco ao meliante. (40,00 reais)

Quase quatro da tarde, um frio insuportável, eu com tosse, pulmões raspando e inicio de febre. Mas nem que eu quisesse iria fazer minúcia da cédula mais a fundo naquele instante.

Última venda, começo a desmontar o estabelecimento nisso meu digníssimo sócio-irmão chega com o veículo para zarparmos para casa. À caminho ele resolve parar para reabastecer, pede para por vintão de gasosa e me pede dinheiro para pagar.

Anderson: Toma. Troca essa de cinqüenta e se vira nos trinta.

Não deu outra, o frentista bateu o olho e já notou outra coisa que eu não notara: Pigmentação da impressão diferente. Pego a cédula de volta e vejo novamente as estrias e até a famosa fitinha em tarja que fica no meio da cédula em sanduíche estava lá.

Bom, pago os vinte do combustível com outra cédula e puxamos o carro inconformados, claro. Então começamos a fazer minúcia na danada. Eis que meu caro brother descobre que existe um brasão que tem que bater em sincronismo em ambos os lados da cédula, e nessa não batia. Owned.

O Banco Central possui uma página que ensina identificar notas falsas, que honestamente se você não souber todos os itens decor e salteado, não servirá de nada.

É amigos, quando se tratar de grana, desconfiem até se o padre estiver pagando a vocês. Não da para brincar com isso. E em termos de identificação de cédulas, não é mais possível identificar se prendendo a apenas um único método, pois os falsários estão melhorando cada vez mais.

Estou começando a achar que meu caro instrutor de musculação é meio sádico:

 

Instrutor: Olha ali, tá vendo aquele tiozinho ali?

Kenzo: Hmm, sei.

Instrutor: Eu quase mato ele hoje, hahahah.

Kenzo: Heheh, ta certo né.

Instrutor: Tá certo o quê? Você vai ver quando chegar a sua vez sua disgrama.

Kenzo:

 

O pior que eu sei que ele está certo.

real Estava eu e meu digníssimo brother rondando pela Teodoro Sampaio aqui em Sampa City atrás de um mercadinho ou bomboniere a fim de saciarmos nossa fome quando achamos uma.

Compramos tudo que precisávamos biscoito Waffer Bauduco Triplo Chocolate, amendoim Japonês e uma barrinha de goiabinha Bauduco (minha nutricionista irá me matar ainda).

Total: R$ 2,65.

Eu estava com uma cédula de R$ 50,00 que saquei naquele dia da conta de meu brother. Então para trocar a maldita, saquei mais R$ 0,65 da carteira e entreguei para o caixa R$ 50,65 esperando exatos R$ 48,00 de troco. Matemática de primário e facilitaria a vida do infeliz.

E não é que o FDP me retorna troco como se eu tivesse apenas dado a nota de R$ 50,00?

Kenzão: Ei, ta faltando aqui. Eu te dei R$ 50,65. Você precisa me retornar R$ 48,00 e não R$ 47,35.

Caixa: Ah!? Eu não tenho troco…

Kenzão: !? Como assim? Tó isso aqui (entrego os R$ 0,35), tu tem que me dar mais Um Real.

Nessa ele abre o caixa abarroado de moedas e saca o troco “certo”. Que lance foi aquele de que não tinha troco se ele já tinha me dado a maior parte?

Fomos com nossos mantimentos para fora e fizemos o que tinha que fazer, e quando cheguei em casa e que removo a moeda de Um Real do bolso… A dita era tão verdadeira quanto produtos de marca chineses.

Eu tenho 98% de certeza que foi proposital, que o meliante agiu de má fé e já tinha aquela moeda separadinha e só estava esperando uma oportunidade para passá-la para frente. E como eu retruquei troco errado acabei sendo a vítima. Bom… Passarei a moeda adiante em outra oportunidade, nada demais, o que me deixou puto é que ele deve ter saboreado bem o momento.

Queria eu que a nota de R$ 50,00 fosse falsa também.

Hoje assinalei minha décima aula de musculação. Comecei a sentir uma leve pressão do instrutor quando estava adicionando para experimentar 12Kg no supino:

Instrutor: Vamos, ta leve isso ainda. Que isso…

Kenzão: Tu acha que eu agüento com 15Kg em cada lado?

Instrutor: Vai mano, isso ta leve.

Kenzão: Olha lá eim…

Até que suportei bem finalizar a última série com anilhas de 15Kg, mas acho que ele não deveria forçar alunos em fase adaptativa assim. Outros equipamentos exceto um remo lá que eu sempre esqueço o nome mantive 10Kg e quase machuquei meu pescoço novamente em um puxador para costas que também esqueci o nome.

Instrutor: Vai lá Anderson, moleque mole do caralho!

Kenzão: É né, sei disso.

Instrutor: Nunca vi mais molenga, vai ser mole assim na…

Kenzão:

Caracas, foi na zueira que eu sei. Só que o duro é ter que engolir isso calado, pois eu sei que ele ta certo. Por enquanto…

Aguardem e confiem.

Meu treino está meio puxado por ser musculação, está durando cerca de duas horas. Quando fui sair da academia a faxineira até surpreendeu-se:

Faxineira: Eita! Você estava por aqui ainda? Quanto tempo afinal de contas você fica aqui?

É… Foi a confirmação que isso não é muito normal. Estão sendo bem maus comigo e eu estou gostando. Não mereço moleza, quero resultados.

Quero também comprimidos para dor… ai…ai…

O que leva uma pessoa a fazer alguma coisa estúpida? Tédio? Mostrar que consegue fazer algo diferente? Fama? Bom, eu apostaria em QI baixo e pessoas à sua volta que a incentivem a fazer a besteira propositalmente.

Muy Amigas:

 

 

Achado no Chongas

energia_do_sol Já tiveram aquele período que parece que você está ligado em uma tomada 220V? Pois é, estive assim durante esta última semana que passou até a sexta feira.

Já ando dormindo bem pouco, cerca de seis horas ou menos, não conseguindo passar disso. Sou jogado para fora de minha cama diariamente por meu próprio relógio biológico e já estou pronto para o que der e vier.

Durante essa semana sempre saia as seis da matina nos dias que não ia trabalhar para a academia fazer uma hora e meia de musculação (ainda adaptativo) e quando ia trabalhar, ia de noite entre 16 e 20 horas. Uma grande explosão hormonal, metabolismo acelerado no último, e sempre não via a hora de descarregar isso na academia. Saia de lá com uma sensação muito boa.

Não foi quando na última quinta feira (08 ), depois de voltar do evento da Praça João Mendes acabei indo as 20 horas mesmo, e quando estava quase na metade de meu cronograma de exercícios vou dar uma alongadinha no pescoço e… Crek!!! Pronto, torcicolo a vista. Um nervo chato que eu tenho em meu lado esquerdo que vira e mexe me perturba mesmo sem exercícios.

Aproveitei que o corpo estava quente e fiz uma força para terminar o cronograma mesmo com dor. Terminei tudo, fui para casa, tomei banho quente e um Dorflex. Afinal sexta ainda tinha evento e eu precisava estar inteiro.

Sexta de manhã e parecia que meu pescoço ia ter um filho, outro Dorflex e bora pro trabalho. Há! Não deu outra, fiquei “borocoxó” o dia inteiro, se é que isso existe, parecia que eu tinha tomado uma surra no dia anterior. Até queria ir treinar na sexta, mas minha energia se fora embora totalmente.

Amigos vieram me perguntar até o que havia acontecido comigo, pois no dia anterior eu estava estalando e no dia seguinte eu parecia bêbado após a balada. Nem eu agüentava ver minha cara no espelho.

Estou de molho desde então, acho que já recuperei quase toda energia e segunda vai ter como eu recomeçar tudo novamente com plena carga. Só espero não descer tanto ao fundo do poço novamente, mas se acontecer faz parte.

Terceira aula adaptativa… Tudo correndo bem, minhas dores já não são mais tão violentas. Meu corpo já começa a responder melhor também, creio que um inicio de fermentação de muque no braço bem leviano já começou a aparecer.

Ainda assim continuo com dificuldades com alguns exercícios, em especial os abdominais. Muito cedo ainda? Com certeza. Porém quero ultrapassar essa barreira antes das 15 aulas adaptativas terminarem.

Existe um exercício para o abdominal inferior onde fico pendurado à parede segurando o corpo somente com a força dos braços e depois eu preciso levantar as duas pernas juntas em quatro séries de 20 repetições.

Estou sendo motivo de sarro para o instrutor por conta disso:

Instrutor: Já cansou?

(pergunta-me isso cada vez que heroicamente consigo finalizar uma série)

Kenzo: Não, não vou desistir.

Instrutor: Tu tá caindo, você não tem resistência no braço.

Kenzo: Estou ciente disso.

Ok, realmente meus braços estavam em uma situação lamentável, mas com a velocidade que estou desenvolvendo a coisa creio que conseguirei aperfeiçoar a coisa antes das 15 aulas acabarem. Owned aceito por hora.

Tentando procurar mais incitação retornei minha memória à década de 80 com o nosso velho e saudoso Rocky Balboa, o qual eu estou puxando inspiração para ir adiante:

 

John Cafferty - Hearts on fire

Silent darkness creeps into your soul
and removes the light of self-control
the cave that holds you captive has no doors
burnin’ with determination
to even up the score
Chorus:
hearts on fire
strong desire
rages deep within
hearts on fire
fever’s rising high
the moment of truth draws near
Time will not allow you to stand still, no
silence breaks the heart and bends the will
and things that give deep passions are your sword
rules and regulations have no meaning anymore
Hearts on fire
strong desire
rages deep within
hearts on fire
fever’s rising high
the moment of truth is here
is here
Hearts on fire
strong desire
rages deep within
hearts on fire
fever’s rising high
hearts on fire
strong desire
rages deep within
(repeat 2x)

 

Meio previsível o que postarei nas próximas semanas.

measure_tape Homens costumam crescer até os 21 anos, e eu acreditei por pelo menos 10 após isso que eu tinha uma determinada altura.

Sempre tive um pouco de orgulho de não ser tão baixo assim, se pudesse eu queria ter crescido até um pouco mais. Mas não foi o caso e eu me conformei com isso.

Aos 17 anos no período de alistamento militar fui fazer um teste físico e de acordo com eles eu já atingira até ali a marca de 1,80m. Excelente, pois eu ainda tinha mais três ou quatro anos de fase de crescimento.

Quando estava entre os 20 e 21 anos tirei minha última medida de altura para ver onde eu definitivamente parei: 1,82m

Ótimo! Pensei. Uma altura muito boa, nem tão alta, mas nem tão baixa. Parecia que eu tinha tomado meu leitinho corretamente até então.

Pelos 10 anos seguintes estava feliz com isso e sempre que se precisavam alcançar lugarzinhos um pouquinho mais alto o pessoal se dirigia a mim com frases como: “Pegue isso você que é mais alto, por favor,” ou “Nossa, até que você é grandão”

Foi então que meu título de pessoa mais alta do que algumas outras foi por água abaixo quando fui fazer uma avaliação física ontem na nova academia que entrei.

Mestre: Suba aqui que vamos medir sua altura agora.

Mestre: … Vejamos… 1,78m. Ué, você não tinha dito que era 1,82m?

Kenzo: !? Não pode ser, tem certeza? Meça de novo.

Mestre: Ok. Fique ereto de novo, não se mexa… Isso mesmo, 1,78m

Kenzo: Eu encolhi? Mas que diabos?

Dizem que durante o sono, a sua coluna se acomoda e você diminui de tamanho, mas que depois de acordar e ela volta ao normal. Eu não tinha acabado de acordar, e já eram 21 horas da noite.

Há também outra explicação que diz que conforme vai ficando mais velho, você vai encolhendo novamente aos poucos, mas eu ainda sou muito jovem para isso começar a acontecer. Normalmente se da por complicações de cálcio nos ossos como a osteoporose que eu tenho certeza que não sofro.

E tem a minha teoria que desde o começo eu nunca consegui uma medição decente de altura, aquele porqueira do alistamento mediu errado e eu depois medi mais errado ainda com uma fita nada confiável e não fiz mais questão de saber minha altura estando certa ou errada.

Números são números, medido errado no passado ou não nem fará diferença. O importante é que eu sempre me senti e me sinto alto ainda, tenho confiança nisso. Essa informação é importante saber bem corretamente para calcular índice de massa corpórea agora que estou na malhação.

Mas confesso que fiquei um pouco decepcionado sim. Sempre pensei que eu estava apto para ser pivô de basquete ao menos. Droga!

Estava fazendo um cursinho voltado para concursos públicos no Anglo Vestibulares (Siga Concursos) desde setembro. Em março praticamente todos meus módulos do pacote que contratei acabaram menos Direito Penal que ainda haviam algumas aulas ás quinta-feiras apenas.

Como o Anglo só tem controle de entrada através de olhometros dos porteiros que verificam a cor do selo da carteirinha dos alunos ao entrarem todos os dias, eu resolvi tentar continuar entrando para ver aulas de Matemática novamente de segundas às quartas-feiras até descobrirem ou não que eu estava lá.

Fiz um baita reforço, concluí mais ou menos 3/4 do curso de Matemática novamente na faixa, que aliás foi muito bom e acrescentou coisas novas que eu não havia visto da primeira vez que eu fiz ele.

Só que para minha infelicidade, mais ou menos a cada três meses há a troca de selo da carteirinha e como o meu primeiro selo foi amarelo, o segundo foi verde e depois o terceiro voltou a ser amarelo, eu estava esperando eles colarem novamente um selo verde nas demais carteirinhas dos alunos, daí eu apenas arrancaria o meu terceiro selo que era amarelo para manter o segundo que era verde e boa.

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Huá, me fodi! Fiquei sabendo depois que o selo seguinte seria na cor vermelha.

Não me venham com conversinhas morais, quase todo mundo já aprontou alguma sacanagem nessa vida, no meu caso era para eu tentar estudar mais.

Foi divertido, conheci muita gente boa durante esse período, aprendi muita coisa mesmo. Nunca me esquecerei dessa experiência gratificante. Agora vai depender mais de eu catar as apostilas e estudar por conta mesmo (Argh! Tô perdido!), já que estou quebrado para pagar mais cursos por hora.

A revista Galileu de março de 2008 trouxe uma interessante matéria sobre distração e procrastinação.

Junto um quiz que me deixou meio preocupado:

 

VOCÊ É UM ENROLADOR?

Responda as questões do teste seguindo o seguinte critério:

 

1 = muito raramente ou inverdade

2 = raramente é verdade

3 = algumas vezes é verdade

4 = freqüentemente é verdade

5 = freqüentemente ou sempre é verdade

 

- Eu atraso tarefas além do razoável (5)

- Quando deveria estar fazendo uma coisa, faço outra (4)

- Freqüentemente me arrependo de não ter começado uma tarefa mais cedo (4)

- Há coisas da minha vida que eu adio, mesmo sabendo que não deveria (3)

- No fim do dia, sei que poderia ter usado meu tempo melhor (5)

- Minha vida seria melhor se eu fizesse algumas coisas mais cedo (4)

- Eu adio tanto as coisas que meu bem-estar sofre desnecessariamente (3)

- Se há algo grande que preciso fazer, faço antes das tarefas menores (4) (vale 2)

- Eu gasto meu tempo sabiamente (2) (vale 4)

- Faço tudo que acredito que deva ser feito (2) (vale 4)

 

Agora vamos ao gabarito:

Some a pontuação referente às sete primeiras frases. Inverta as notas das três últimas (considere 1 se você marcou 5, por exemplo, ou 2 se você assinalou 4) e adicione ao total. Se você acumulou um total que fica entre 10 e 20 pontos, você não é um procrastinador. Se o resultado ficar entre 21 e 39, você é um preguiçoso mediano. Já uma pontuação de 40 ou mais indica que você está fadado a empurrar a vida com a barriga.

Garfield-Sleepy Se eu somei certo, 38 meus amigos. Sim, então Kenzão não passa de um vadio malemolente e como agravante ele está ciente disso.

Façam vocês também o quiz e postem seus resultados.

Ps1 : Para conseguirem a matéria na integra comprem a revista ou procurem PDF dela pela internet.

Ps2: Enrolei 4 dias para ler a matéria depois que estava com ela em mãos e enrolei mais 2 para escrever esse post depois que tive a idéia de postá-lo.

Vou ter que mudar meus hábitos afim de amenizar essa situação. Mas estou morrendo de preguiça de fazer isso agora.

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