Negócios


Olá crianças,

Já faz um tempo que não escrevo nada aqui no Kenzo no Dan. Eu estive ocupado essas duas últimas duas semanas com meu ingresso na nova escola técnica entre outras coisas.

Mas como não da para perder certos hábitos, agora que consegui um tempo, resolvi escrever esse post.

Assim, não é por nada, não tenho nada contra conversar com pessoas estranhas, normalmente eu nunca início um diálogo com quem eu não conheço, é difícil mesmo, mas, por favor, se for ter a ousadia de conversar comigo pelo menos tente ser inteligente. Faça um esforço mínimo para não subestimar minha inteligência.

Na Praça da Conceição aqui em Sampa City onde se localiza uma das feiras de artesanato a qual trabalho como expositor as terças e quintas, existe um grande espelho d’agua, que lembra uma piscina bem rasinha, apenas para bater o reflexo dos prédios à sua volta. Um enfeite, diga-se de passagem.

espelho d'agua

Exemplo de espelho d’agua

Lá convivo com outros expositores, e como a feira é ruim pecuniariamente falando, sempre entra novos expositores tentando a sorte, entre os novatos um tiozinho que vende potes de vidros enfeitados. Este muito simpático, mas sem noção alguma:

Tiozinho: E será que o tempo vai ficar assim?

Kenzo: Ah!? Acho que sim…

É então que viramos para olhar o espelho d’agua e observamos um funcionário o limpando:

Tiozinho: Acho que eles tinham que limpar isso todo dia

Kenzo: Eles têm um aspirador pra limpar o fundo, mas mesmo assim nunca fica bom.

Tiozinho: Mesmo com bomba né…

Kenzo: Era bonito esse espelho antes, havia até carpas neles, mas hoje em dia removeram.

Tiozinho: É!!! Tinha que ter peixe aí, pelo menos assim eles comiam toda a sujeira né?

Kenzo:

Opa! Dessa eu não sabia, peixes se alimentam de detritos, terra, e demais bactérias e sujeiras. Joguemos todo nosso lixo doméstico em nossos aquários, aterros sanitários para quê?Os peixes darão cabo de tudo. Joguem tudo no lago mais próximo. A solução de qualquer rio poluído do mundo? Criem cardumes neles que logo eles ficarão claros e cristalinos novamente. Eu deveria fazer uma campanha política para vereador de São Paulo com uma nova solução inovadora para despoluir o Rio Tietê e Pinheiros baseado em criação de peixes neles.

Pelamor, pensem antes de falar… pensem…

Coisas que andaram nos pedindo em feiras de artesanatos que trabalho:

camelo

 

Cego n° 1 : Onde tem pilha palito nessas barracas aqui?

Cego n° 2 : Alguém por aqui tem cardaço de sapato?

Cego n° 3 : Onde aqui tem CD e DVD? (muito frequente)

 

Por que diabos esse povo não olha o ambiente que está antes de soltar essas pérolas?

 

Essa foi demais, vendo uma camiseta com um YinYang e um tigre na frente dele. Quando…

Pobre: Ei, tem regata da Tony Country?

Kenzão: Ah? Não meu amigo, eu trabalho apenas com motivos orientais como pode ver.

Pobre: Mas você tem camiseta da Tony Country ali, queria regata.

Kenzão: Camiseta da Tony Country? De onde raios você tirou isso?

Pobre: Ali! (Apontando a camiseta com o YinYang e o tigre)

Kenzão: Caro, isso aí é o YinYang, Tony Country é uma grife que registrou o símbolo como logomarca. Aqui eu só vendo produtos que eu mesmo fabrico.

Pobre: Ah…

 

Falando em “Tony Country” Se é assim que se escreve, fazia uns 15 anos pelo menos que não ouvia falar dessa confecção sportswear, bem nostálgico.

Fora isso e sem falar que meu ponto parece estar escrito: Balcão de Informações. Se eu ganhasse uma moeda para cada perdido, eu não precisaria mais fazer feiras, só ficaria vendendo informações com um guia de São Paulo na mão.

Voltamos! Ok, ninguém sentiu falta alguma.

Caros,

dinheiro_materia As bruxas estão soltas, e ao dizer bruxas estou me referindo a pessoas que agem de má fé.

E não é depois de ter recebido uma moeda de 1 real falsa e desejando que eu tivesse dado uma nota de 50 para compensar um ato errado, nesse sábado eu acabo recebendo uma?

Sim, um cinqüentão que não vale seu papel impresso. Aliás, vale, pois conseguiu até me enganar.

Uma vez me ensinaram que um método rápido para identificar notas falsas de verdadeiras era apenas você passar o dedão bem no meio da cédula, ali do lado do rosto da pequena dama de coroa de folhas, onde você sentirá as estrias em relevo do impresso da cédula.

Ótimo, sempre usei e sempre consegui sentir a tal estria. Quando lidando em comércio que você precisa agir rápido em pegar o dinheiro e passar o troco antes que o cidadão mude de idéia, achava essa maneira excelente para fazer um check.

Ok. Era excelente, não mais. Um cidadão conseguiu passar uma cédula, e ao pegá-la a primeira coisa que fiz foi deslizar meu dedão nas tais estrias e eu realmente senti o relevo. Coloquei a cédula no bolso e passei o troco ao meliante. (40,00 reais)

Quase quatro da tarde, um frio insuportável, eu com tosse, pulmões raspando e inicio de febre. Mas nem que eu quisesse iria fazer minúcia da cédula mais a fundo naquele instante.

Última venda, começo a desmontar o estabelecimento nisso meu digníssimo sócio-irmão chega com o veículo para zarparmos para casa. À caminho ele resolve parar para reabastecer, pede para por vintão de gasosa e me pede dinheiro para pagar.

Anderson: Toma. Troca essa de cinqüenta e se vira nos trinta.

Não deu outra, o frentista bateu o olho e já notou outra coisa que eu não notara: Pigmentação da impressão diferente. Pego a cédula de volta e vejo novamente as estrias e até a famosa fitinha em tarja que fica no meio da cédula em sanduíche estava lá.

Bom, pago os vinte do combustível com outra cédula e puxamos o carro inconformados, claro. Então começamos a fazer minúcia na danada. Eis que meu caro brother descobre que existe um brasão que tem que bater em sincronismo em ambos os lados da cédula, e nessa não batia. Owned.

O Banco Central possui uma página que ensina identificar notas falsas, que honestamente se você não souber todos os itens decor e salteado, não servirá de nada.

É amigos, quando se tratar de grana, desconfiem até se o padre estiver pagando a vocês. Não da para brincar com isso. E em termos de identificação de cédulas, não é mais possível identificar se prendendo a apenas um único método, pois os falsários estão melhorando cada vez mais.

Picture 061 Nessa última quinta-feira, feriado de católico de Corpus Christi, fui selecionado (Pagamos 250 pilas para participar, é… Vai vendo) para expor no evento que ocorreu em Santana do Parnaíba que reuniu milhares de fiéis.

Sorte deles que apesar de eu ser agnóstico, respeito a alienação religião alheia, até porque caso contrário eu iria passar raiva o dia todo pois estava bem no meio do covil católico onde para qualquer lugar que eu virasse só se escutava “louvores ao senhor”.

Juro que fui bonzinho do início ao fim e não fiz comentários sarcásticos das ‘pobres almas’ (aqui no blog pode).

 

Mesmo assim é uma festa interessante e bonita do ponto de vista cultural, tive a oportunidade de tirar muitas fotos.  É aquele tipo de cidade excelente para uma visita, mas que eu jamais gostaria de viver lá.

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Comércio em pé, mãos à obra.

Com certeza a maior atração nesse evento é o tradicional tapete de palha colorida que é montado artesanalmente por algumas ruas com imagens religiosas.

É comédia ver depois o duro trabalho desses artistas serem destruidos de tarde pela procissão da igreja que passa por cima dele com os fiéis enfileirados atrás:

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Tudo muito  bem feito, mas se eu postar todas as fotos do tapete aqui ficará horrível o carregamento do blog. Nessas horas um fotolog faz falta.

 

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Setor de alimentação: Eu desesperadamente louco para comer um espetinho de carne (filé miau) e esse ano não tinha nenhum!!! Somente frituras e Hot-Dogs, ninguém merece.

Aproveitei também para bater algumas fotos da exposição de arte sacra:

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Tinha mais coisas que queria adicionar mas esse post iria ficar um porre com tantas imagens. Chega por hora.

Deu-se sequência ao evento e ficamos até as sete da noite que foi quando subimos a âncora e zarpamos. Pecuniariamente falando foi quase um empate técnico. Não ganhamos muito mas também não perdemos nada.

Trabalhar como autônomo é isso, não se perdoa nem feriados. Pelo menos “a genti si diverti” um pouco né?

Como disse em um post anterior, dias 08 e 09 de maio eu estaria nas proximidades do Fórum João Mendes no centro de Sampa City, que fica ali atrás da Catedral da Sé para o evento de dias das Mães que contou com diversos expositores de feiras de artes de São Paulo.

Eu como expositor da Feira de Artes da Praça da República e da Praça da Conceição tive meu ingresso garantido também.

Nossa intenção era chegar logo as cinco da matina, porém acordamos um pouco mais tarde e chegamos às seis. Pegamos excelentes lugares reservados para o grupo da Feira de Artes da Conceição graças ao nosso amigo Ginaldo (Gil)

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Acabamos pagando por dois alugueis de barracas estabelecimentos, a intenção era que a namorada de meu digníssimo sócio-irmão ocupasse a segunda com seu trabalho de sementes, mas como ela no final se recusou a comparecer ao evento, ocupamo-nos de ambos os espaços. Algumas pessoas viram isso com maus olhos. Problemas delas, os espaços eram nossos e estavam bem pagos.

Isso acabou gerando uma imensa vantagem para nós, além de estarmos em lugar privilegiado, ganhamos um enorme destaque, quase 3,40m de estabelecimento só nosso (huhuh).

Eu já usava o caminho para ir ao Anglo Vestibulares (SIGA) todos os dias mais ou menos passando por ali entre 17 e 18 horas da tarde e já sabia que o lugar tinha um imenso potencial comercial devido ao grande volume de passantes. Não deu outra, houve vendas o dia inteiro, coisa que eu realmente não via desde o Natal.

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A tarde de quinta (08 ) estava muito agradável, um sol bem leve e radiante.

 

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Meu excelentíssimo amigo Evandro, ourives. Se precisarem de jóias em prata-de-lei ele é o cidadão certo.

Bom, o sucesso de quinta tornou-se a se repetir na sexta (09) e quase todos expositores e passantes/clientes elogiaram a feira. Fica aqui a ressalva e agradecimentos também ao nosso companheiro de trabalho o Sr. Lindolfo que conseguiu a maracutaia negociar perante a subprefeitura o pedido para que fosse realizado o evento.

E parece que já está em andamento outro pedido para que possamos voltar dias 11 e 12 de Junho para um evento do Dia dos Namorados. Mas talvez antes ou depois disso haverá outro na Praça da Sé bem no Marco Zero da cidade.

Segurem as suas bolsas e carteiras.

negociar Por que diabos nós temos medo de passar má impressão?

Por que quando vamos, provar ou experimentar alguma coisa que temos intenção de compra ou até para apenas reconhecimento de um produto e não levamos, damos mil desculpas ao vendedor depois?

As vezes parece até medo de que o vendedor irá pensar mal de nós: “Nossa, esse aí é duro.”, “Que caroço.” ou “Só veio encher o saco.” Acreditem, vendedores pensam assim, principalmente quando não conseguem fechar a venda. Mas vocês clientes deveriam nem de longe se importar.

As desculpas clássicas abaixo eu separei porque tem até respostas cretinas prontinhas para elas:

Cliente: Até que horas você fica aqui?

Vendedor: Até a hora que eu ir embora. (duh!)

Cliente: Vou ali ao banco tirar dinheiro e já volto.

Vendedor: Melhor não ir. Já passou varias pessoas aqui que disseram a mesma coisa e não voltaram mais. Acho que estão seqüestrando pessoas naquele banco.

Cliente: Você está sempre aqui?

Vendedor: Não. Às vezes eu vou para casa, sabe? Preciso fazer necessidades e comer também.

Outras:

- Eu vou dar uma pensada.

- Vou ali comprar não sei o que e já volto.

- Se eu não achar coisa X eu volto aqui e compro esse.

-Etc, etc…

As réplicas não são necessariamente aplicadas (pelo menos não por mim). Mas que as vezes coço para falar, coço.

Agora essa foi digna de pena. Realmente desculpa pronta para o caso a seguir não teria pegado tão mal do que inventar uma mentira inteira:

Garota Saliente: Tem dessas camisetas GG?

Kenzo: Sim, aqui está.

Garota Saliente: Nossa, que legal. Posso experimentar?

Kenzo: Claro.

Garota Saliente: (coloca a camiseta) Quanto custa?

Kenzo: 15 reais

Garota Saliente: Não sai um desconto não? Por 13 eu levo.

Kenzo: Não dá… Meu preço já é bem abaixo do mercado por eu fabricar o produto. E esse produto me da um grande consumo de malha.

Garota Saliente: Mas por quê?

Kenzo: Porque eu quase perco uma camiseta inteira de tamanho menor para tirar o GG no corte, se fosse um tamanho menor eu lhe daria o desconto.

Garota Saliente: Ah! Vai moço, faz, 13 reais vai. (faz movimento que vai tirar dinheiro do bolso)

Nisso chega um casal que começa a negociar uma bata feminina para a namorada e eu tenho que dar atenção à venda certa.

Então toda sem jeito pelo fracasso da negociata, hora da guria dar área:

Garota Saliente: Ó, mais xiiii, cadê minha amiga? Ela tava bem ali atrás.

Kenzo:

Garota Saliente: Ah! Pior que ela tá com todo meu dinheiro.

Kenzo:

Kenzo: Vou deixar sua camiseta aqui dobrada então. Vá atrás dela.

Garota Saliente: Até que horas vocês ficam aqui?

Kenzo: Mais uma hora e meia e vamos embora.

Amiga que tá com dinheiro? Pela mor né. Quem em sua sã consciência deixa todo seu dinheiro com amigos e vai para o centro comercial? Essa não colou mesmo. Pior que eu olhei para a cara da pobre depois e estava estampada MENTIRA na face dela.

Porra! Perguntou o preço, viu ou experimentou o produto e não se interessou ou está sem grana para comprar no momento, agradeça e de área. Não fique dando desculpas para o vendedor. Ele não é seu familiar, amigo ou acompanhante. Ele está ali apenas fazendo o serviço dele de lhe atender bem, demonstrar o produto e vender se for o caso.

Se você vier a voltar, ele lembrará de você de uma maneira melhor e principalmente se voltar para comprar ele ficará muito contente de qualquer forma.

A “choradinha” sempre é válida também, mas pede-se um mínimo de bom senso como ter idéia de quanto um produto realmente vale no mercado antes de sair pedindo descontos mirabolantes como muitos: “Dá pra fazer cinco reais?” e tirar até ou mais de 70% do valor de algo assim do nada.

Pensam que vivemos de capim?

pirata Vida de comerciante é dura… Se ele não trabalha em uma loja se torna mais torturante ainda.

Essa aconteceu na Feira de Artes e Artesanato da Praça da Conceição, mas penso que poderia ocorrer em qualquer lugar.

Meu digníssimo sócio e brother estava atendendo um cliente que aparentemente se encantou com um de nossos produtos, e não foi que durante a negociação…:

Brother: Esta camiseta nós vendemos por 15 reais, mas se você fosse comprá-la em alguma loja ou shopping não pagaria menos de 25 ou 30 reais. Fabricação nossa.

Cliente Tosco: Ah! Mas a do shopping é original.

Bem, a pérola não estava suficientemente bem acabada e ele arremata ainda:

Cliente Tosco: … E também a estampa não solta.

Para primeira parte pérola: Mexemos com área têxtil há mais de 15 anos, estudamos em escola profissionalizante do setor durante anos, abrimos uma empresa M.E. há pelo menos 12 anos. Não, o nosso produto é tão autentico, senão melhor do que o do shopping, garanto para ele e para qualquer um que duvidar.

Para a segunda parte da pérola: Demorei muito tempo para acertar uma tinta serigráfica também que não quebrasse ou desse maiores dores de cabeça.

O pior disso tudo é ter que ouvir essas coisas calado, pois você precisa manter um nível de ética absoluta com o cliente. Ah, claro, como qualquer outro bom vendedor, depois que ele se retira pode falar mal à vontade.

Ainda assim, o indivíduo levou a camiseta ao menos. Caso senão aí sim seria motivo de maior revolta ainda.

virada_cultural_republicaBom, como eu disse antes, aqui está a matéria nada completa (apenas sobre o que eu vi) da virada cultural de São Paulo que ocorreu nos últimos dias 26 e 27.

O que posso dizer? CAOS TOTAL E IMINENTE! O palco que ficou na Praça onde trabalho foi justamente o pior palco que se poderia esperar: O palco do Rock/Metal.

Logo quando chegamos à praça as seis da matina já dava para notar que o centro da cidade virara uma lata de lixo ao céu aberto, era toneladas de tudo quanto é tipo de lixo que se possa imaginar nas calçadas, sargetas, ruas… Um show de cidadania.

A Praça da República então nem se fala, além do lixo estava tomada por pessoas de tudo quanto é tipo, desde pseudo-metaleiros e rockeiros a emos. Coisa mais lindia de se ver.

Honestamente eu teria ficado mais feliz se o palco de Techno Tribal estivesse ali e não na Rua 15 de novembro. Mas para aspéctos comerciais, ainda mais para uma feira de Artes e Artesanato, o ideal seria o palco de dança ou até o de música clássica.

Ainda falando em termos pecuniares, o dia não foi de se jogar fora apesar de eu nunca ter visto tanta gente dura (opa!) passar por ali junta em um único dia. A oportunidade foi boa para vender camisetas pretas devido ao tipo de público frequentante.

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Estava perto de um corredor apertado da praça que era um acesso direto ao palco de Rock, teve momentos que eu pensei que meu estabelecimento seria arrastado junto com o grande volume de passantes.

 

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Na esquina do lado oposto até estava bem tranquilo e bonita a feira, mas não perguntei como as coisas estavam indo a conhecidos meus que trabalhavam nessas proximidades.

 

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Fui descendo até o Anhagabaú, onde estava um clima bem bacana, porém quando passei não estavam tocando nada.

 

 

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Esse foi comédia de se ver do lado de fora, foi no Largo São Bento. Povo colocava os Fones de ouvidos e dançavam, pulavam… Eu bem que quis tentar também, mas quando eu vi que tinha fila para experimentar desanimei. Creio que eles estavam ouvindo Dance Music pelo visto.

 

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Sem dúvida alguma, o melhor trecho que passei foi na Rua 15 de Novembro, onde estava tocando Techno Tribal (Jango). Quando fui me aproximando do som comecei a sentir arrepio até. Era super contagiante, e até eu que danço como um tijolo tentei ensaiar alguns passos, mas não saiu nada de bom. Bacana também o globo com o Dj em cima com as pick-up sobre a galera.

 

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Mais à frente, na Rua da Quitanda rolava um Eletronico mais light pra galera que não gosta de se sacudir muito.

 

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E da sacada da faculdade de Direito, Djs mandavam aquele Trance pra galera lá embaixo.

 

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Na Rua Direita o povo ensaiava um batuque estilo Holodum.

 

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Tirei essa de cima do Viaduto do Chá, porém o palco estava montado lá embaixo no Vale do Anhagabaú, performistas faziam vários tipos de danças, quando cheguei estavam dançando balé.

 

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No palco canja estava havendo um misto de Rock e MPB, lá na Rua Barão de Itapetininga.

 

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Voltando à Praça da República, se notava que não havia mais muito espaço físico então o povo se aglomerava onde desse, a grama da praça foi tomada, a cena me lembrou muito uma Woodstock da vida.

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Morram seus malditos POOOORCOOOS!!!

 

 

A bela e a fera

Para finalizar, eu e Carolzinha (11), filhinha de minha amiga Geni. Foto que entitularei carinhosamente de “A Bela e a Fera”.

 

Fora isso faltou comentar também sobre os banheiros químicos distribuidos pela cidade que estavam lá desde sábado. Digamos que no Domingo, era mais higiênico fazer suas necessidades fisiológicas na beira do Rio Tiête do que neles. (Nota: Precisei usá-los duas vezes mesmo assim, argh!!!).

E foi isso minha gente. Para minha pessoa o dia só não foi melhor pois faltou a compania de alguém especial do meu lado. Mas quem sabe em uma outra oportunidade?

Como dito em um post anterior, hoje e amanhã está havendo a virada cultural na capital de Sampa City em diversos bairros. E também fora dito que um dos pontos é exatamente onde eu exponho aos sábados, na praça da república.

Cheguei cedo para a feira, por volta das cinco e meia da matina. Estamos todos deslocados de nossos lugares originais por conta do palco que permanece até a virada terminar. Rolou um pouco de atrito entre meu digníssimo brother e um dos barraqueiros (cidadãos que alugam estabelecimentos móveis para expositores), mas tudo correu bem, até aí.

Acontece que a virada mesmo começaria apenas a partir das 6 da tarde, e nós, fora de nossos lugares fomos altamente prejudicados, pois o fluxo de pessoas mudou completamente nos desfavorecendo muito no sentido pecuniário da coisa.

 

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Nada melhor para fazer do que colocar a mão no bolso e ver que a praça simplesmente não tinha movimento. Reparem a cara de contente que estou na foto, minha boca já estava doendo de tanto sorrir.

Fora isso, logo ainda de manhã, quase fui vítima de furto por um nóia se disfarçando de cliente:

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Em um ato desesperado, o nóia tentou carregar ambas camisetas que estavam penduradas antes que eu percebesse. Mas também pudera, quem em sã conciência não ia querer levar um produto de tamanho prestígio e bem feito como este?

Cheguei por trás (opa!) do cidadão e o abordei educadamente:

Kenzo: Pois não senhor, posso ajudá-lo?

Após tamanho tratamento que este pobre infeliz  nunca deve ter recebido em sua vida, ele refletiu sobre o péssimo ato que ele estava prestes a praticar, desistiu da idéia e retirou-se.

Então chamei um segurança e descrevi o supra citado acima a ele e pedi-lhe educadamente que quando o avistasse que lhe desse um belo e por que não singelo tapão na nuca para que ele pudesse ponderar sobre seus atos impertinentes à praça e aos expositores da feira.

Abriu-se o caixa quando já passara da uma da tarde, não poderia ter sido pior, por sorte quando estava quase chegando às seis da tarde, começou a aparecer o público que veio prestigiar os shows e no meio, turistas compraram algo, assim salvando o dia.

Domingo, amanhã, terá o round 2 do evento, e provavelmente quando chegar naquela praça novamente ela estará cheio de nóias, drogados e bebados estirados ao chão da festa que rolou a madrugada inteira. Desejem-me sorte e que eu sobreviva a mais um dia.

Caros,

festadasmaesEstou aqui hoje para divulgar que nos dias 26 e 27 (sábado e domingo) de Abril teremos a virada cultural daqui da capital de sampa, e um dos pontos será exatamente na Praça da República onde funciona a feiras de Artes e Artesanado da qual eu participo aos sábados como expositor das 8 as 17 horas.

Por meio disso estaremos armando nossos estabelecimentos mais próximos à Rua Barão de Itapetininga mas ainda dentro da praça desta vez, já que o local da feira será tomada por um palco para shows.

No entanto ficou combinado que mesmo quem tem apenas a licença de sábado poderá trabalhar nesses dois dias e vice-verça para quem tem apenas a licença de domingo.

Também preciso salientar que nos dias 8 e 9 de maio estaremos expondo próximo ao fórum João Mendes no centro no evento que marcará os dias das mães.

Portanto para quem for possível, venham prestigiar o melhor do artesanato de São Paulo enquanto assistem aos shows dia 26 e 27 e venham comprar o presente da mamãe nos dias 8 e 9 de maio.

Desde já, grato!

A Google é hoje uma das maiores empresas do mundo e apesar das crises econômicas, continua em pleno crescimento. Qual o segredo disso? É lá que trabalham e que querem trabalhar os melhores profissionais das diversas áreas que envolvem uma empresa, desde o RH até as áreas técnicas e de criação.

    Os índices de produtividade dos profissionais são surpreendentes e a empresa a cada ano que passa consegue inovar, melhorar e criar novos investimentos, que por sinal trazem um retorno gigantesco.

    A empresa é reconhecida pelo imenso investimento que faz em seu maior tesouro: os funcionários! Não é surpresa nenhuma para a área financeira da Google que no fechamento de suas contas mensais exista um investimento na qualidade de vida e bem estar de seus funcionários próximo ao investimento feito em novas tecnologias e recursos tecnológicos.

    Apesar de parecer utópico, a estratégia da Google já não é tão nova assim, desde a década de 90 estudiosos da área de Recursos Humanos vêm provando através de inúmeras pesquisas que o investimento no bem estar e na qualidade de vida dos funcionários traz resultados muito maiores e mais duradouros que qualquer aumento de salário. Além de aumentar a satisfação do funcionário, sua auto estima, seu comprometimento com a empresa e consequentemente sua responsabilidade com relação ao seu trabalho, esses investimentos diminuem prejuízos com licenças e atestados médicos, aumentando a produtividade e diminuindo a necessidade de aumento no quadro de funcionários.

    Não é por acaso que as áreas de Psicologia Organizacional , Endomarketing e Recursos Humanos têm tido tamanho crescimento nos últimos anos, os profissionais dessas áreas são os principais responsáveis por estratégias e investimentos como o da Google. E a sua empresa, o que têm feito a respeito?

    As fotos abaixo mostram a filial da Google de Zurique, as dependências fotografadas são para acesso de todos os funcionários da empresa, sem nenhuma exceção

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Recepção da filial da Google em Zurique.

 

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Um escorregador conecta as zonas chamadas de ‘oficinas’ do primeiro andar com a cafeteria e um ginásio.

Não é preciso esperar o elevador, é só escorregar!

 

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O restaurante serve desde lanches e petiscos até as refeições principais, tudo preparado por cozinheiros contratados

exclusivamente para a filial.

Existe comida para os vegetarianos e amplos buffets de saladas.

Todos os ingredientes usados são produzidos na região da filial, nada é importado!

 

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As crianças são muito bem vindas no prédio e os funcionários que precisam viajar a trabalho podem optar por levar seus ‘mascotes’.

Não existe restrição de acesso às crianças e o prédio conta com berçários e salas especiais para as mães trocarem seus bebês.

 

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Como a comida além de grátis é também muito boa, os petiscos nos horários de descanso

podem render alguns quilinhos a mais nos recém chegados. Para resolver isso o térreo da filial foi transformado

em um ginásio, que por sinal é grátis!

 

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As salas de massagem são praticamente um santuário. As mesas que vibram e massageiam são de uso gratuíto.

Só é cobrado do funcionário o serviço de massagista - quando necessário, porém, eles são subsidiados pela Google,

o que faz com que seus preços sejam absurdamente baratos!

Os funcionários ganham ‘bônus massagem’ em diversas oportunidades.

 

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Em cada andar existe pelo menos uma área de descanso com comida e bebida disponível

para os funcionários gratuitamente. Sucos, refrigerantes e café (muito café), além de cereais, chocolates,

sorvetes, batatas fritas e comidas mais saudáveis, para compensar, estão disponíveis para todos.

 

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Esta barra, igual aquelas utilizadas por bombeiros, liga o segundo andar com uma sala de jogos.

Não precisa esperar o elevador e o funcionário ainda se diverte!

 

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As mesas de trabalho são pequenas, porém os espaços para reuniões são amplos e temáticas.

Essa cabine por exemplo é um teleférico, fica numa sala decorada com fotos e objetos que lembram

uma estação de esqui dos Alpes Suíços.

 

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Se você está se perguntando se na Google realmente se trabalha, essa é a resposta.

Esta é uma área de trabalho convencional, chamada de ‘oficina’.

As mesas são escolhidas livremente pelos funcionários e não é raro que

eles mudem de mesa com frequência.

 

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O serviço técnico fica em uma área do prédio com ambiente havaiano.

Aqui se pode buscar um cabo, mouse ou qualquer outro equipamento que lhe faltar.

Existem espaços como esse espalhados por todo o prédio para que os ‘Googlers’ não precisem andar muito.

 

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Como as áreas de trabalho são sempre abertas, para se ter privacidade em um telefonema

por exemplo, é preciso se ‘esconder’ em uma das várias cabines espalhadas pela empresa.

Todas as paredes do edifício possuem canetas e blocos de anotação pendurados - nunca se sabe

quando uma boa idéia pode surgir!

 

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O salão das águas é uma zona de paz e relaxamento do edifício.

Existem camas massageadoras e a iluminação é mínima.

É o lugar perfeito pra tirar uma soneca ou descansar antes de uma reunião.

 

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Nessa sala é proibido utilizar o celular ou laptop.

A única atividade possível aqui é descansar e olhar os peixes tropicais nos aquários da parede.

 

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As salas de reunião do edifício possuem nomes tirados de séries de TV e filmes famosos.

Estes iglús estão em uma área chamada Guerra nas Estrelas e são cópias exatas de refúgios

utilizados em missões científicas na Antártida.

 

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A Google é mais que uma empresa, os trabalhadores se juntam no prédio para realizarem atividades conjuntas

e festas de forma periódica, não é difícil encontrar grupos praticando atividades esportivas desde

ciclismo até esqui, a empresa também libera que o funcionário use 20% de seu tempo para

projetos pessoais e 10% para qualquer outro fim.

 

 

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Os funcionários passam pouco tempo em suas mesas de trabalho, a maioria deles prefere trabalhar

com seus laptops em grupo e em salas de descanso como essas, o que favorece a criatividade e a sociabilidade.

 

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A biblioteca é uma das salas mais surpreendentes e visitadas do prédio.

Trata-se de uma área de descanso com uma imensa cozinha e um cinema virtual.

Todos os móveis são reciclados, comprados em lojas de segunda mão e reparados.

 

Artesãos sofrem mesmo. Além de serem discriminados como camelôs, entre outras pérolas, ainda são roubados na cara dura.

Uma companheira de trabalho da Feira de Artes e Artesanato da Praça da República veio minha pessoa pedir por auxílio, pois teve seus quadros em mosaícos subtraídos no dia 15 de Dezembro passado.

Como agravante da situação, a mesma conhece o ladrão salafrário, e este se encontra impune por falta de provas substanciais provavelmente.

Bom ela me passou fotos dos quadros e me pediu maneiras de divulgá-los pela internet. Não sei de todos os detalhes, mas não tendo idéia melhor por hora, resolvi postá-los aqui em meu Blog para que fique visível a todos de que se trata de quadros ROUBADOS:

Mosaico em EVA (O Menino)Mosaico em EVA )A Menina)

Mosaico imitando patchwork (feito em EVA) Mosaico Paviflex

 

Realmente são lindas peças, o indivíduo ainda diz passar diante dela com a maior cara-de-madeira cínica da face da terra.

Solange, se tudo der certo este meliante ainda aí de pagar por seus crimes. Boa Sorte!

africa

 

Oportunidade única: Que tal viajar para a África com todas as despesas pagas?

Oba, legal!

O problema é que não seria para fazer turismo e sim a trabalho.

Aaaah  tá… Mas para fazer o quê?

“Deus” sabe lá o que e onde na África.

Recebi essa proposta indecente recentemente. Aparentemente a irmã de minha mãe também conhecida como minha tia parecia saber de alguém que estaria recrutando pessoas para ir fazer este Tour lá do outro lado do Atlântico. Aí ela deu um toque à minha mãe por ter lembrado de minha pessoa que está em uma fase meio difícil atualmente. Parece que o pré-requesito é apenas saber um pouco de inglês.

Remuneração? Ouvi dizer que algo em torno de R$1.900,00 (algo cerca de pouco mais de 1000,00 dólares). Parece uma grana bacana, mas dependendo do que você for custear por lá, isso logo vira uma merreca.

Isso remete à época que eu estava fazendo o Cursinho do Instituto Henfil e um mestre de Português disse algumas palavras um tanto óbvias:

Esses jovens de hoje só ficam pensando em sair do país para ir tentar a sorte cega no exterior. Vocês pensam que vocês vão fazer o que por lá? Apenas serviços que nem eles querem fazer, e isso se conseguirem obter exito de arrumar algo para fazer e se manterem por lá. Ninguém pensa em estudar aqui mesmo e conseguirem fazer uma carreira bem remunerada daqui mesmo, querem apenas o que parece ser o mais fácil, mas terão que lidar com trabalho semi-escravo sem falar do preconceito contra os estrangeiros.

Grande mestre Osmar… Posso esquecer até de teu nome meu caro baiano carismático, mas suas palavras ficarão gravadas em minha memória.

Bom, todavia além de eu ter lembrado dessas palavras na hora, existem alguns pontos do mundo que eu jamais sonhara em pisar contando o Oriente Médio, e a África é um desses pontos também. Se fosse para ir aos USA ou o Japão eu talvez até relevasse, pois contariam como uma ótima referência curricular para mim.

Amigos, prefiro ficar por essas terras mesmo então, estudar e conseguir me formar para quem sabe em um futuro de médio a longo prazo estar tirando bem mais do que essa merreca oferecida aí. Sem falar que se eu fosse, não veria mais meus amigos e a garota pela qual estou apaixonado.

Isso tá até me cheirando a aqueles seqüestros para tráfico de órgãos, vai saber.

 

Bom, o que leva um cidadão a achar que uma Feira de Artes e Artesanato é um mero Camelódromo?

Deve ser pela Localização? Pelas barracas? Pelas caras dos cidadãos que ficam atrás delas? (Artesãos devem ter cara de camelô mesmo… Bom, alguns tem realmente, hahah).

Olha, como se trata de comércio informal de qualquer forma, eu ficaria com: “Pelos tipos de mercadorias expostas”. Só que determinadas pessoas simplesmente se recusam a enchergar isso e nem sequer passam pelas suas cabeças em parar e pensar antes de soltar a seguinte pergunta:

Cidadã: Vocês trocam bateria de relógio??

Bom… seria apenas um pequeno equívoco totalmente ignorável se a mesma apenas tivesse feito a pergunta em apenas uma única barraca da feira de artesanato… O problema é que ela perguntou em quase TODAS as barracas da feira.

Como se não bastasse essa, antes dela um cidadão para em meu estabelecimento e me faz a carismática pergunta:

Cidadão: Ei… você faz Tatoo de Henna?

Conhecida também como tatoo para covardes.

 

Ok, trabalhei durante uns dois anos ao lado de um senhor que fazia tal arte e seria até pertinente à feira de artes, porém como podem ver o meu comércio se trata de… :

 

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Ah sim, claro! Tudo a ver, não acham?

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