Quando um amigo soube que eu ia ao cinema ver esse filme implorou pediu que eu fizesse uma resenha aqui no blog. Só que já existem milhares de ótimas e péssimas resenhas sobre o mesmo espalhado por aí em sites e na blogosfera, então falarei do filme e algo a mais.
O cinema escolhido foi o Cinemark da Santa Cruz daqui de Sampa City, que todos falam ser um dos melhores, esse foi meu segundo comparecimento lá e não notei nada deveras nele. Fora um lugar marcante para minha pessoa apenas pela primeira vez que estive por lá.
Gostaria muito de ter ido com uma outra pessoa que deu uma sumida de minha vida, mas na falta dela, teve que ser meu amigo de década e também um fanboy Marvel assim como eu, Jason.
Ainda lembro-me de quando eu o conheci, na década passada, um pirralho carregando aquele boneco do Wolverine para cima e para baixo. Fiquei com muita pena do pobre boneco.
Também me lembro quando nos reuníamos aqui em casa para amistosas partidas de jogos da série (de vez em raramente fazemos isso ainda até hoje):
De X-Men: Children of the Atom à Marvel Vs. Capcom 2. Jogos que ficaram em nossas memórias até hoje. Modéstia parte, mesmo sem jogar há algum tempinho, eu sou excelente jogador de toda a série. Eu sou foda, morram de inveja.
Realmente foi um programinha de vagabundo, um estudante e um trabalhador autônomo em plena quarta-feira à tarde no cinema. Juntou-se a nós também seu ilustríssimo irmão Felipe com sua namorada.
Não poderei detalhar muito a respeito do filme, pois seria spoiler e cairia mal. Posso deixar aqui que achei excelente o filme, assim como foi ótimo ter visto a trilogia Spiderman, o Iroman não deixou nada a desejar.
Como se trata de tecnologia, e robótica com armas, explosões etc. Foi um show de efeitos para deliciar qualquer geek e fã Marvel. Gostei muito da preparação da armadura robótica e do cinismo que o ator Robert Downey Jr. deu a Tony Stark.
Ah sim, no filme Tony é rico, podre de rico. E diferentemente do Bil Gates ele aproveita a grana em seu uso pessoal muito bem. Fica com as maiores gatas e se diverte adoidado cagando um quilo para problemas administrativos da empresa dele, afinal ele é um gênio. Ficção é tão bom…
Propagandas descaradas da Audi e do Burguer King não faltaram também. Marketing bem empregado.
Alguns reclamaram que mais da metade do filme foi a respeito da formação do herói e só no último quarto veio a ter mais ação. Mas eu concordo com o Judão quando ele diz que: Heróis não nascem — são construídos. Então essa coisa de o cara já aparecer do nada apavorando os bandidos não tem senso algum. Agora numa segunda seqüência do filme (duvido que não vá ter) aí sim, o herói já está prontinho e é só dar pau no gato na bandidagem (ou não).
Falando em segundo filme, ficaram devendo o War Machine, que seria o “alter-ego” do Iroman. Ok, é apenas o amigo dele usando outra armadura com equipamento de guerra, não precisam me crucificar. Provavelmente isso ficará para uma possível seqüência mesmo.
Realmente não dá pra dizer muita coisa sem contar o filme, vão ao cinema se tiverem uma oportunidade e assistam, vale à pena.
Este post está sob o selo:


Maio 15, 2008 at 8:56 pm
Ótimo post! Gostaria que comentasse sobre questões históricas isto é: o quão bem se relaciona a história do personagem do filme com a dos quadrinhos e games? Ficou fiel? Se não, como deveria ter sido ?
Pergunta: você ficou depois dos créditos? dizem ter uma cena adicional!!!
Pergunta: por que sua pessoa especial não foi com você?
Maio 16, 2008 at 8:54 am
Como tu é curioso.
[spoiler]
No quadrinhos e no original o “capacitador” no peito de Tony é por problemas de coração e no filme é para não deixar estilhaços alcançarem o coração. Além disso precisa de recarga e no filme não [/spoiler].
No game, pelo menos na série da Capcom ele tem um canhão de protons gigante que “aparece do nada” mas é fulminante. No filme não (ainda), óbvio.
Sim, fiquei após os créditos e tem a cena adicional. Nada demais mas é melhor não dizer o que é. Fique e veja por si.
Boooa pergunta. Só ela saberia responder.
Abraço.