virada_cultural_republicaBom, como eu disse antes, aqui está a matéria nada completa (apenas sobre o que eu vi) da virada cultural de São Paulo que ocorreu nos últimos dias 26 e 27.

O que posso dizer? CAOS TOTAL E IMINENTE! O palco que ficou na Praça onde trabalho foi justamente o pior palco que se poderia esperar: O palco do Rock/Metal.

Logo quando chegamos à praça as seis da matina já dava para notar que o centro da cidade virara uma lata de lixo ao céu aberto, era toneladas de tudo quanto é tipo de lixo que se possa imaginar nas calçadas, sargetas, ruas… Um show de cidadania.

A Praça da República então nem se fala, além do lixo estava tomada por pessoas de tudo quanto é tipo, desde pseudo-metaleiros e rockeiros a emos. Coisa mais lindia de se ver.

Honestamente eu teria ficado mais feliz se o palco de Techno Tribal estivesse ali e não na Rua 15 de novembro. Mas para aspéctos comerciais, ainda mais para uma feira de Artes e Artesanato, o ideal seria o palco de dança ou até o de música clássica.

Ainda falando em termos pecuniares, o dia não foi de se jogar fora apesar de eu nunca ter visto tanta gente dura (opa!) passar por ali junta em um único dia. A oportunidade foi boa para vender camisetas pretas devido ao tipo de público frequentante.

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Estava perto de um corredor apertado da praça que era um acesso direto ao palco de Rock, teve momentos que eu pensei que meu estabelecimento seria arrastado junto com o grande volume de passantes.

 

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Na esquina do lado oposto até estava bem tranquilo e bonita a feira, mas não perguntei como as coisas estavam indo a conhecidos meus que trabalhavam nessas proximidades.

 

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Fui descendo até o Anhagabaú, onde estava um clima bem bacana, porém quando passei não estavam tocando nada.

 

 

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Esse foi comédia de se ver do lado de fora, foi no Largo São Bento. Povo colocava os Fones de ouvidos e dançavam, pulavam… Eu bem que quis tentar também, mas quando eu vi que tinha fila para experimentar desanimei. Creio que eles estavam ouvindo Dance Music pelo visto.

 

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Sem dúvida alguma, o melhor trecho que passei foi na Rua 15 de Novembro, onde estava tocando Techno Tribal (Jango). Quando fui me aproximando do som comecei a sentir arrepio até. Era super contagiante, e até eu que danço como um tijolo tentei ensaiar alguns passos, mas não saiu nada de bom. Bacana também o globo com o Dj em cima com as pick-up sobre a galera.

 

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Mais à frente, na Rua da Quitanda rolava um Eletronico mais light pra galera que não gosta de se sacudir muito.

 

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E da sacada da faculdade de Direito, Djs mandavam aquele Trance pra galera lá embaixo.

 

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Na Rua Direita o povo ensaiava um batuque estilo Holodum.

 

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Tirei essa de cima do Viaduto do Chá, porém o palco estava montado lá embaixo no Vale do Anhagabaú, performistas faziam vários tipos de danças, quando cheguei estavam dançando balé.

 

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No palco canja estava havendo um misto de Rock e MPB, lá na Rua Barão de Itapetininga.

 

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Voltando à Praça da República, se notava que não havia mais muito espaço físico então o povo se aglomerava onde desse, a grama da praça foi tomada, a cena me lembrou muito uma Woodstock da vida.

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Morram seus malditos POOOORCOOOS!!!

 

 

A bela e a fera

Para finalizar, eu e Carolzinha (11), filhinha de minha amiga Geni. Foto que entitularei carinhosamente de “A Bela e a Fera”.

 

Fora isso faltou comentar também sobre os banheiros químicos distribuidos pela cidade que estavam lá desde sábado. Digamos que no Domingo, era mais higiênico fazer suas necessidades fisiológicas na beira do Rio Tiête do que neles. (Nota: Precisei usá-los duas vezes mesmo assim, argh!!!).

E foi isso minha gente. Para minha pessoa o dia só não foi melhor pois faltou a compania de alguém especial do meu lado. Mas quem sabe em uma outra oportunidade?